© 2018 por Gespro  |  Termos de uso e Política de Privacidade  |  Rio de Janeiro - RJ  |  CNPJ: 33.519.510/0001-29

  • Whatsapp
  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • Gespro
  • YouTube ícone social

Por quê você deve desapegar de seu cargo de gestor?

20/12/2018

 

Ouvi recentemente a frase que deu origem a esse título, que externava de forma bem clara a mensagem que eu venho passando sobre o papel da liderança no contexto ágil.

 

Mas você, que vem galgando seu crescimento na carreira, subindo os degraus da organização, preenchendo sua carteira de trabalho e seu currículo com cargos imponentes, já parou pra refletir a respeito?

 

O modelo tradicional e hierarquizado cada vez mais perde espaço nas organizações. Com as abordagens ágeis, conceitos como horizontalização, management 3.0 (do Jurgen Appelo) e liderança servidora, as empresas trilham um caminho totalmente oposto.

 

Mesmo em ambientes que ainda se apoiam no comando e controle, os gestores precisam ampliar sua visão para além das fronteiras de suas áreas (veja nesse artigo onde eu já apontava esses aspectos para gerente de projetos https://bit.ly/2Lqpd47).

 

Alguns episódios me fizeram lembrar da frase título do artigo essa semana. Há poucos dias, a publicação do Richard Vasconcelos se despedindo do comando da Britannia, falou de alguns pontos importantes sobre o papel da liderança, as quais destaco abaixo:

 

  • Liderar respeitando diferenças

  • Ouvir as pessoas

  • Delegar e confiar 

  • Não se chega a lugar algum sozinho

 

As demais cenas que observei foram de uma pessoa que não quer mais "ter" um cargo de gestão, pois não está mais exercendo essa função, e outra que questionou sua função e quer exercer esse "cargo", justamente porque o possui.

 

Essa mudança de mindset por parte dos gestores é de suma importância para a sua adaptação nesse contexto atual, onde uma abordagem de liderança deve falar mais alto.

 

Como a mudança é contínua e rápida, a liderança precisa ser autossustentável e multi-nível, e ter um papel ainda mais importante em manter a visão viva durante todo o ciclo de mudanças.

 

Em adição, ela precisa garantir que a mudança tenha profundidade e amplitude cascateada em toda a organização, bem como ser capaz de abraçar e articular a visão, com poder e confiança.

 

Ter prontidão ágil, também, para identificar as intervenções necessárias para apoiar a mudança, como Governança e Medidas de Desempenho adaptados, que mostrarão o nível atual de alinhamento e identificarão os roadblocks a serem superados.

 

Com equipes auto-organizadas, capacitadas e bem conectadas, permite-se que os planos se adaptem e mudem rapidamente, o que é uma capacidade vital no mundo "Just-in-Time" do Agile. Da mesma forma que o engajamento das partes interessadas e das equipes, sendo que a narrativa da mudança precisa ser clara e consistentemente tecida para isso.

 

Esse ciclo contínuo de lançamentos e transições aumentam a necessidade de planejamento e execução de uma comunicação eficaz. Sem essa consciência, as pessoas resistem em acolher e abraçar a mudança dentro do seu contexto, bem como da forma como está sendo entregue.

 

Sendo assim, a agilidade é um estado de ser - não só o que fazemos. E líderes que tem um mindset ágil podem melhorar a agilidade organizacional e obter mais sucesso em sua implementação nas empresas.

 

E aí, vai continuar apegado ao seu cargo?

 

#vqv #agile #agilepmo #apmo #leadership

Facebook
Twitter
LinkedIn
Please reload

Posts Recentes
Please reload